O casamento católico dispensa a assinatura do contrato perante o conservador do Registo Civil, ou seja, não é necessário casar duas vezes, o que ainda não acontece com outras confissões religiosas. De qualquer modo, quem pretenda casar pela igreja católica tem também de respeitar alguns procedimentos.
Três meses antes da cerimónia, os noivos deverão iniciar o Processo de Matrimónio numa Conservatória de Registo Civil, tal como acontece para aqueles que pretendem apenas um casamento civil. Neste caso, uma vez terminado o processo de publicações, é emitido pela Conservatória um documento que autoriza o casamento e que deve ser apresentado ao pároco ou ao respectivo ministro do culto.
Algumas igrejas facilitam estes procedimentos burocráticos, tratando elas do processo civil junto das conservatórias.
Perante a Igreja, o primeiro passo a dar para quem pretende um casamento católico é falar com o padre da sua paróquia e com o sacerdote da igreja escolhida para a cerimónia, se for outra que não a(s) da área de residência dos noivos.
O casamento católico pressupõe o baptismo de ambos os intervenientes, por isso, é normal que o pároco que vai realizar a cerimónia indague os noivos acerca do assunto e que exija um comprovativo do sacramento. Esse comprovativo pode ser obtido na igreja em que decorreu o baptismo.
De salientar que um padre pode recusar a celebração de um casamento se considerar que o casal em questão não corresponde aos ideais da igreja católica. Não existindo impedimentos, os noivos serão convidados a frequentar as sessões de um Centro de Preparação para o Matrimónio (CPM). Os CPM são espaços de reflexão onde, mediante a moderação de um padre, casais de noivos discutem, a sós ou em grupo, os diversos aspectos do quotidiano conjugal com casais mais experientes.
A cerimónia religiosa pode incluir uma missa completa ou consistir na estrita celebração do matrimónio sem comunhão. Sobre este assunto convém não tomar algumas decisões sem falar antes com o sacerdote que vai presidir à celebração do matrimónio, a quem os noivos devem pedir indicações sobre o guião, textos bíblicos ou gestos simbólicos. 
A Música, a especialidade de Omeucasamento.org, deve também ser discutida com o padre. Omeucasamento.org fornece aos seus noivos um guião que os ajudará a explicar ao sacerdote os nossos serviços.
Após a celebração católica, o padre envia um comunicado do casamento à Conservatória do Registo Civil que fica averbado às certidões de nascimento.
Quarta-feira, 9 de Janeiro de 2008
Cerimónia de Casamento Católica
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Quarta-feira, 2 de Janeiro de 2008
Santo António de Lisboa
Quem é que foi o Stº António?
Frade franciscano e doutor da Igreja português. Santo António, de seu nome Fernando Bulhão, frequenta a escola da Sé de Lisboa, em cujas proximidades nasce, ingressa na vida religiosa em São Vicente de Fora, e vai depois para o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, onde é ordenado sacerdote. Em 1220 torna-se frade franciscano no Eremitério de Santo Antão dos Olivais, de Coimbra. Conquistado pela missionação, vai a Marrocos em missão apostólica e, depois, parte para Itália. São Francisco convoca-o, em 1221, para o Capítulo Geral da ordem, ali revela os seus talentos de orador a pregar perante os seus confrades e cativa São Francisco que o convida a ensinar Teologia nas escolas franciscanas de Bolonha, Montpellier e Toulouse. Em 1227 é nomeado ministro provincial no Norte de Itália, em Pádua prossegue a sua carreira de professor de Teologia, morre nesta cidade em 1231. É proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, em 1946, que o considera «exímio teólogo e insigne mestre em matérias de ascética e mística».
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Terça-feira, 1 de Janeiro de 2008
Farol da Guia, Cascais
N 38.695410
W 9.443043
Esta Igreja do Farol é um espaço delicioso, com uma vista deslumbrante, junto ao mar e em Cascais. Os ingredientes perfeitos para um momento muito especial.
Durante a época dos Descobrimentos, Lisboa foi uma das zonas mais movimentadas da costa portuguesa, e a determinada altura começou a precisar do apoio das povoações mais próximas.
Cascais, que sempre esteve ligada à pesca e à faina do mar, foi uma das localidades mais importantes no apoio à capital portuguesa, e, por isso, uma das primeiras a ser dotada de um farol, para orientar os barcos até aos seus portos.
O Farol da Guia foi o primeiro a ser edificado, no ano de 1610, sendo também construída perto uma pequena ermida, para dar apoio espiritual aos marinheiros, a quem recebia com a seguinte mensagem: "Guia dos homens do mar".
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