Musica
Tenor e Órgão

Segunda-feira, 16 de Junho de 2008

Igreja de Santa Maria, Óbidos










N 39.361940°

W 9.157546°



Na mais bela vila de Portugal encontra-se a mais extraordinária das Igrejas. A Igreja de Santa Maria é uma verdadeira obra-prima, onde a nossa música já ressoou diversas vezes em casamentos, aliando ao deslumbramento da pintura algumas das sonoridades maiores da história da música. Em Óbidos tudo é magia e todos os casamentos aqui vividos tornam-se verdadeiros contos de fadas sobretudo se forem enriquecidos com a nossa música.


Ninguém melhor do que o Nobel da Literatura, José Saramago, poderá descrever este templo: «A Igreja de Santa Maria é, toda ela, uma preciosidade. É-o imediatamente na proporção geral da frontaria, no delicado portal renascentista, na robusta e sóbria torre sineira. E torna a sê-lo lá dentro nas magníficas decorações do tecto, festa dos olhos que não se cansam de percorrer volutas, medalhões e mais elementos, onde não faltam figuras enigmáticas e pouco canónicas; é-o também no túmulo do Alcaide mor de Óbidos e de sua mulher, obra atribuída ao fertilíssimo Nicolau de Chanterenne e que é sem dúvida do mais belo do que o renascimento produziu; é-o igualmente pelas pinturas de Josefa de Ayala [Josefa d’Óbidos]»

Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

Quinta dos Eucaliptos, Sintra





N 38.8086°
W 9.38959°



No ambiente idílico da Serra de Sintra, com o Castelo dos Mouros como cenário de fundo, os noivos podem celebrar o seu amor ao som da nossa música.

Num casamento civil, fazemos música durante os momentos de entrada do noivo e acolhimento aos convidados, até à chegada da noiva. Tanto nos casamentos religiosos como civis, a entrada da noiva é sempre um momento de grande impacto, suscitando muitas emoções nos convidados e, claro, no noivo. Esta chegada tem de ser marcada com uma obra musical forte que esteja de acordo com a importância do momento.

Outro momento fundamental em termos musicais surge após a entrega das alianças para o qual os noivos deverão escolher uma obra especial para ambos.









Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

Igreja do Convento dos Capuchos, Costa da Caparica


N 38.645134º
W 9.221604°
A Igreja do Convento dos Capuchos é um espaço único para a realização de um casamento pela sua localização, beleza e dimensões. É um dos templos onde mais gostamos de fazer música pela excelência das suas condições acústicas que fazem deste lugar um dos mais procurados para a gravação discográfica de música erudita.




O Convento ao qual pertence a Igreja foi fundado em 1558 por D. Lourenço Pires de Távora. A frontaria é cingida por cunhais rematados nos acrotérios por fogaréus e uma galilé interior de três arcos. O janelão do coro é encimado por um nicho que serve de abrigo a uma escultura de barro. O interior é constituído por uma só nave, decorada com azulejos seiscentista policromáticos (azuis, amarelos e verdes).

Igreja do Castelo - Sesimbra




N 38.4515°
W 9.10828°


A nossa música e os painéis de anjos do Século XVIII acolheram os nossos noivos para uma celebração cheia da magia dos sons, da luz e do amor. Já tocámos nesta Igreja do Castelo algumas vezes e teremos novamente em breve a oportunidade de a encher com a nossa música.

A Igreja do Castelo data de 1165, embora só no reinado de D. Sancho I se inicie a construção de uma igreja maior românica - gótica de Santa Maria do Castelo, digna do concelho entretanto criado.

No ano de 1165 foi criada a Paróquia de Nossa Senhora do Castelo de Sesimbra. A actual igreja é do início do século XVIII,1721, pois sofreu danos importantes ao longo dos séculos.
No século XX, a igreja começa a perder fiéis porque, no lugar de Corredoura, nasce uma igreja nova, muito mais perto da população. Assim a Igreja do Castelo começa a degradar-se e fica em ruína chegando a cair o tecto.
Com o objectivo de voltar a reabilitar a igreja, foram feitas diversas intervenções entre 1965 e 2001, ano em que foi novamente aberta ao público. Esta reabertura coincide com nove séculos de história, oitocentos anos da carta de foral que lançou as bases para a Igreja de Nossa Senhora do Castelo.

Domingo, 1 de Junho de 2008

Igreja Matriz de Samora Correia




N 38.937414°

W 8.871509°


A Igreja Matriz de Samora Correia é consagrada a Nossa Senhora de Oliveira, Padroeira da freguesia. E é justamente uma oliveira que cresce na fachada principal da Igreja. O templo impressiona pelas suas amplas dimensões e sobretudo pelos seus belíssimos azulejos barrocos e talha dourada que a tornam perfeita para celebrar um casamento. É a este cenário que a nossa música se junta para criar casamentos mágicos.



A actual Igreja Matriz de Samora Correia, foi inaugurada e benzida em 1721, tendo sido mandada construir pelo Pároco Freire Henrique da Silva Araújo, da Ordem de Santiago da Espada. Para além de ser dedicada à padroeira, Nossa Senhora de Oliveira, consagra-se também, como monumento em honra do Apóstolo São Tiago Maior e da Ordem.
A sua área coberta é de 650 m2 e o átrio vedado com gradeamento de ferro, é de 374,5 m2. Mede 14 metros, aos quais acrescentamos mais 6 metros da base das torres sineiras até ao pináculo. Os azulejos que revestem as suas paredes interiores, datam do século XVIII e fazem alusão ao Apóstolo São Tiago. Os terramotos de 1755 e 1909, provocaram vários danos, entre os quais o derrube de muitos azulejos, que depois foram colados à sorte e sem nexo, tendo portanto, ficado os painéis um pouco desfigurados. O altar-mor é em talha dourada, com a imagem da padroeira; do lado oposto ao da epístola, encontra-se um pequeno retábulo com a imagem de Nossa Senhora do Ó.

Farol da Guia, Cascais

N 38.695410
W 9.443043

Esta Igreja do Farol é um espaço delicioso, com uma vista deslumbrante, junto ao mar e em Cascais. Os ingredientes perfeitos para um momento muito especial.

Durante a época dos Descobrimentos, Lisboa foi uma das zonas mais movimentadas da costa portuguesa, e a determinada altura começou a precisar do apoio das povoações mais próximas.


Cascais, que sempre esteve ligada à pesca e à faina do mar, foi uma das localidades mais importantes no apoio à capital portuguesa, e, por isso, uma das primeiras a ser dotada de um farol, para orientar os barcos até aos seus portos.


O Farol da Guia foi o primeiro a ser edificado, no ano de 1610, sendo também construída perto uma pequena ermida, para dar apoio espiritual aos marinheiros, a quem recebia com a seguinte mensagem: "Guia dos homens do mar".

Basílica de N. Sra dos Mártires, Chiado, Lisboa


N 38.710588º
W 9.141781º



Fizemos já ecoar a nossa música na Basílica dos Mártires, templo criado em 1147, logo depois de D. Afonso Henriques, ter conquistado Lisboa aos mouros.
Começou por ser uma pequena ermida, cuja construção teve início a 21 de Novembro do ano da conquista, com a intenção de nela ser prestado culto à sagrada imagem de Nossa Senhora, trazida pelos Cruzados ingleses, diante da qual o Rei Afonso pediu auxílio e protecção à Mãe de Deus para conseguir aquilo que se propunha: fazer de Lisboa uma cidade cristã. O povo começou a invocá-la como a Nossa Senhora dos Mártires ou Santa Maria dos Mártires em memória de todos os soldados cristãos que, movidos pela fé, morreram em combate.
No Ano de 1750, após a conclusão do restauro iniciado em 1746, a Basílica dos Mártires era uma igreja barroca com a grandiosidade que hoje ostenta. Esse templo foi completamente destruído pelo terramoto que devastou Lisboa em 1 de Novembro de 1755.



A actual Basílica, projectada pelo Arquitecto Manuel Reinaldo dos Santos, foi dedicada em Março de 1784. É o ex libris da reconstrução pombalina em edifícios religiosos. Situada no coração de Lisboa, nela trabalharam os melhores artistas e os melhores artífices da época. Nela se utilizaram os melhores dos recursos então disponíveis: pedra, mármores, madeiras, ferragens.