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N 38.860816° W 9.335122° Em Montelavar, por entre o branco das casas e a magia da região de Sintra, esboça-se o cenário perfeito para realizar um casamento. À riqueza da sua Igreja Matriz associa-se a magia da nossa música para criar todo um ambiente pleno de amor. A igreja matriz de Montelavar é uma característica edificação religiosa do termo de Lisboa e um dos muitos exemplos que provam o dinamismo da imensa região rural em torno da capital pelas primeiras décadas do século XVI. .jpg)
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O amor é a matéria prima da canção lírica e aqui a matéria prima está por todo o lado. Uma atmosfera de mouro encanto preenche a igreja e faz soar a nossa música na intimidade de cada par.
O Convento do Espinheiro, Heritage Hotel & Spa é um luxuoso hotel situado em Évora, cidade classificada de Património Mundial pela UNESCO. O edifício original, um convento do séc. XV, é considerado património nacional, e as suas origens remontam a uma lenda que fala numa aparição da Virgem Maria sobre um espinheiro, por volta do ano 1400. Em 1412, foi edificado um oratório em honra de Nossa Senhora, e finalmente em 1458, durante o reinado de D. Afonso V, e dada a crescente importância deste local como ponto de peregrinação, foi fundada a igreja e posteriormente o convento.

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A Igreja dos Lóios consitui um cenário ideal para realizar um casamento perfeito. À beleza da Igreja associa-se a beleza envolvente da pusada e do Templo de Diana. A nossa música dá o toque final, fazendo de cada casamento um momento mágico e inesquecível.
A Igreja dos Lóios é uma igreja situada na freguesia de Sé e São Pedro, Évora, Portugal anexa ao Convento dos Lóios. Foi classificada em 1910 como Monumento Nacional.

N 38.714795° W 9.128265°
Há em Lisboa muitos locais de encanto, mas há alguns com magia e este é sem dúvida um deles. Com o feitiço da nossa música, as cerimónias de São Vicente de Fora têm um glamour trancendente. A Igreja ou Mosteiro de São Vicente de Fora é um monumento religioso de Lisboa, situado no histórico bairro de Alfama. Foi dedicada a São Vicente, que foi proclamado padroeiro de Lisboa em 1173, quando as suas relíquias foram transferidas do Algarve para uma igreja fora das muralhas da cidade. A igreja, cuja construção começou em 1582, foi edificada no local onde D. Afonso Henriques tinha mandado construir um primeiro templo também em honra de São Vicente. 

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Em locais emblemáticos acontecem casamentos especiais. E hoje também foi assim...
O Santuário do Cristo Rei é um dos ex-libris de Lisboa. A ideia da sua construção surgiu em Setembro de 1934, depois do Cardeal Cerejeira, Patriarca de Lisbo a visitar o Monumento erguido a Cristo no alto do Corcovado .jpg) , sobre o Rio de Janeiro. Quando chegou a Portugal teve a luminosa ideia de propor a construção de um Monumento semelhante em Lisboa. A não participação de Portugal na II Guerra Mundial precipitou a concretização da obra, na sequência de uma promessa, feita pelo episcopado, segundo a qual, se Portugal fosse poupado à hecatombe da guerra, o monumento seria erigido No dia 18 de Dezembro de 1950 foi lançada a primeira pedra do Monumento e a 17 de Maio de 1959, Lisboa e Almada, bem como os seus arredores até grandes distâncias contemplaram pela primeira vez a Imagem do Sagrado Coração de Jesus. O monumento foi inaugurado a 17 de Maio de 1959. A autoria é dos arquitectos António Lino e Francisco de Mello e Castro e dos mestres-escultores Francisco Franco e Leopoldo de Almeida. O monumento está a 113 metros acima do nível do mar e oferece uma das .jpg) mais bonitas vistas sobre a cidade de Lisboa.
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A Igreja de São Roque é um templo único em Lisboa quer pela sua localização quer pela imponência e beleza do seu espaço que se conjuga de uma forma magnífica com a nossa música. Os casamentos nesta Igreja primam sempre pela sobriedade e pela elegância para as quais contribui a música que fazemos.
Em 24 de Março de 1506, inicia-se a construção da Capela de São Roque junto ao local onde, fora da muralha da cidade, se construiu um cemitério no qual eram enterrados os que morriam de peste. Data de 25 de Fevereiro de 1515 a Sagração da Capela, pelo Bispo D. Duarte. Terminada a Ermida, sob o orago de São Roque, protector dos doentes da peste, é instituída a Irmandade de São Roque, dotada de estatutos próprios e continuadora da tradição, culto e manutenção da capela, à qual se ligaram pessoas reais, titulares, fidalgos e povo.  Esta Irmandade ainda hoje existe, conservando-se em seu poder a Relíquia de São Roque e a bula que atesta a sua criação. A Ordem de Santo Inácio de Loyola, instituída em 1534, expandiu-se em Portugal a partir de 1540. A edificação de Igrejas e Casa Professas fez parte de um programa completo de construções, envolvendo múltiplas actividades ligadas à doutrinação e educação dos fiéis, pelo que a hipótese da implantação na Casa Professa em Lisboa foi bem acolhida por D. João III. Em 1553, a Companhia de Jesus toma posse da Ermida de São Roque e obriga-se a construir, no interior da nova Igreja, uma Capela dedicada ao culto do Santo. Apesar dos Jesuítas desejarem mudar a evocação da Igreja, o rei decidiu perpetuar a tradicional designação, mantendo-se ainda hoje a designação de Igreja de São Roque.  O seu interior é composto por oito capelas, agrupadas quatro a quatro, de uma capela-mor e pequenos altare s abrindo para um transepto inscrito. Pela prática de dourar grandes superfícies, recobrir outras de azulejos ou mármores, obtém-se um jogo de tonalidades que dá ao espaço interior da Igreja uma perspectiva singular. O tecto da Igreja, suportado por uma estrutura de vigamento em madeira de origem prussiana, é o único exemplar lisboeta que resta dos grandes tectos pintados do período maneirista. Encontra-se atribuído ao pintor Francisco Venegas, a quem coube a execução dos elementos arquitectónicos em tromp-l'oeil, ainda no século XVI, e ao pintor Amaro do Vale que, no inicio do século XVII, lhe acrescenta o medalhão central representando o “Triunfo de Santa Cruz” e os painéis eucarísticos do topo Norte-Sul e Este-Oeste. Com a expulsão da Companhia de Jesus do território português, a Igreja de São Roque e Casa Professa dos Jesuítas são entregues à Misericórdia de Liboa, por carta régia de 8 de Fevereiro de 1768, que aqui instala os seus serviços até aos dias de hoje.

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Locais com glamour para cerimónias com glamour... e com a melhor música ;)
O local da cerimónia é a igreja conventual de raiz quatrocentista. A sua actual fisionomia é o resultado de inte .jpg) rvenções realizadas durante os séculos XVI a XVIII. D. João III promoveu obras no seu claustro e jardins e a D. João V se ficaram a dever várias estruturas de fresco e de lazer. O interior da igreja é enriquecido pelo retábulo-mor em talha dourada e pintada, pelas composições pictóricas e pelas 14 estátuas em pedra, figurando os Evangelistas e os Apóstolos. (Monumento Nacional) 
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